quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
A Chata de Galochas
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sábado, 17 de janeiro de 2009
Benjamin Button, minha torcida para o Oscar
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sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Feliz Aniversário, meu amor
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sábado, 20 de dezembro de 2008
Comilança de Fim de Ano
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segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Álbum de Recordações
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sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Mamar, filosofar, sorrir
E as pessoas aprendem a usar o sorriso para estabelecer (mesmo que falsamente) uma relação com os outros. Nessas reflexões durante as mamadas lembrei de duas situações nostálgicas a este respeito, típicas de quem passou a infância-adolescência entre os anos 70-80.
Uma veio de uma entrevista da Cyndi Lauper, que foi minha ídola teen. Ela usava um termo para descrever o sorriso amarelo que as celebridades dão – o tal Hollywood Smile. Uso este termo até hoje para descrever aquele sorriso que é quase uma careta de tão falso.
A outra veio de ainda mais tempo atrás. A frase indefectível de todos os cadernos de confidências (*)... vai em letras cor-de-rosa lantejouladas, então!
Sorria, mesmo que seja um sorriso triste! Pois é melhor um sorriso triste do que a tristeza de não saber sorrir.... (aaaahhhh!!!!)
O gosto da frase é altamente duvidoso - mas o conteúdo é revelador. Aprendemos desde nossa chegada ao mundo o valor de um sorriso para nossa sobrevivência.
(*) caderno de confidências – esta vale um post por si só... Resumindo, era um caderno cheio de perguntas, que a pessoa respondia uma por página. Sempre tinha uma questão do tipo “Diga uma frase ou frase predileta”...
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terça-feira, 18 de novembro de 2008
O Horror
Foram semanas consecutivas com diversas notícias, desde o malfadado caso Eloá até os recentes acontecimentos - coincidentemente todos no eixo PR-SC, envolvendo assassinatos e abusos sexuais de menores de idade.
Penso, porém, que mesmo em choque, ainda não parece ser suficiente a dose para nos retirar desta letargia, que faz com que nada realmente significativo seja feito para mudar a situação. Recentemente tivemos aqui em Curitiba eleições bastante aborrecidas, sem que houvesse um real debate sobre os problemas da sociedade. Não acredito que nenhum dos candidatos tivesse reais preocupações com o que estamos vivendo. Tivéssemos por aqui um Giuliani (descontando os oportunismos do 11 de setembro), talvez pudéssemos sonhar com uma revolução semelhante à de Nova York, com a política da "Tolerância Zero".
Estamos todos cansados. Meu pai sempre diz que a única saída é a união da sociedade, pois de outra forma vamos ficar à mercê do crime - este sim, cada vez mais organizado. O problema é que ficamos cada vez mais ilhados, fechados no apartamento, no condomínio, no carro blindado. Mal e mal nos cumprimentamos no elevador - que dirá conversar para resolver problemas, que podem ser coletivos afinal.
Tenho medo. Saudades do tempo em que lia Dalton Trevisan e me divertia com as peripécias do Vampiro de Curitiba, cujas perversões poderíamos chamar de inocentes, perto do que temos visto em nossa cidade nos últimos tempos.
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